Contra o cigarro, não contra o fumante – por Maria Eunice M. Oilveira*
No Dia Mundial sem Tabaco, entidades de saúde, ONGs dedicadas ao abandono do tabagismo e outros segmentos sociais unem esforços para sensibilizar a população sobre os malefícios do fumo e estimular o abandono do cigarro. O tabagismo é considerado pela Organização Mundial de Saúde a maior causa de doença e morte prevenível. Estudos que comprovam a ligação do cigarro com doenças como o câncer de pulmão já são bem conhecidos, inclusive do público leigo, através da mídia e dos exemplos estampados nas próprias carteiras de cigarros. Apesar disto, o que faz as pessoas continuarem a fumar? O que as faz tão resistentes às informações e aos estímulos motivadores ao abandono do cigarro?
Na verdade, fumar não é uma escolha nem um hábito, é uma doença, caracterizada pela dependência a uma droga psicoativa, a nicotina, que é um dos muitos elementos nocivos contidos na fumaça inalada. As pessoas não se tornam dependentes porque “querem”, e a dependência pode começar muito cedo: mais de 30% das crianças de 13 a 15 anos já experimentaram cigarro. Por isso, o tabagismo hoje é visto também como uma doença pediátrica, que pode funcionar como “degrau” para outras dependências.
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Por que mulher não vota em mulher, por Céli Regina Jardim Pinto
Nunca se falou tanto na importância do voto da mulher como agora. De um momento para o outro, a mídia e os institutos de pesquisa acordaram para o fato de que mais da metade do eleitorado brasileiro é composto por mulheres, daí que o voto da mulher importa.
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Dia das mães – por Dilma Rousseff
Esse domingo é nosso dia. O dia das mães. Quero dar parabéns a todas as mães brasileiras. Àquelas que ainda têm seus filhos pequenos e se dividem entre os cuidados com eles e a necessidade de trabalhar e garantir seu sustento. Àquelas que, com seus filhos crescidos, perdem noites de sono preocupadas com sua segurança e com os perigos da vida. E dou parabéns também àquelas que, num outro momento da vida, tiveram a alegria de ser mãe duplamente – como eu, que serei avó em alguns meses.
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Quem diria… – por Rosiska Darcy de Oliveira
Quem diria, o voto das mulheres talvez decida as eleições para a Presidência da República.
Como foi longo o caminho que fez delas 70 milhões de eleitoras em um pleito em que, até agora, são majoritárias entre os candidatos.
Como o Brasil mudou! Uma questão atravessa os espíritos: como elas votarão? Ficou para trás o tempo em que um político influente, alertado por mim sobre a importância das eleitoras que trazem consigo expectativas próprias, garantiume que elas “votavam com os maridos”. Ledo engano. Aquele um quarto das famílias brasileiras que vivem de um salário feminino não tem em casa um marido ditando o voto. E, com toda certeza, não é preciso não ter marido para pensar com a própria cabeça.
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O voto das mulheres – por Marcos Coimbra
O assunto do momento, nas discussões sobre as próximas eleições presidenciais, é o voto feminino. Mais exatamente, as diferenças que existem entre as intenções de voto de mulheres e homens, constatadas pelas últimas pesquisas.
Em todas, verifica-se que Dilma e Marina se saem pior que Serra e Ciro no voto feminino. Quando Ciro é retirado, isso não muda: Serra continua a ter mais intenções de voto das eleitoras que qualquer candidata (na verdade, mais que as duas somadas).
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Dia do Planeta Terra – por Dilma Rousseff
O Brasil tem dado uma grande contribuição no combate ao aquecimento global, um desafio do nosso tempo. Superá-lo exige um esforço compartilhado, coerente com as responsabilidades e possibilidades de cada país.
Na Conferência do Clima, em Copenhagen, em 2009, assumimos voluntariamente a meta de reduzir, até 2020, entre 36% e 39%, as emissões de gases que provocam o efeito estufa, e também em 80% o desmatamento na Amazônia e em 40% no cerrado. É uma das metas mais ambiciosas assumidas por um país. Vamos cumpri-la. (…)
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Ciúme: Doença da Alma
‘‘Sentimento doloroso que as exigências de um amor inquieto, o desejo de posse da pessoa amada, a suspeita ou a certeza de sua infidelidade, fazem nascer em alguém…’’. Essa definição, tirada do Novo Dicionário Aurélio, serve apenas como ponto de partida para falarmos de algo que conhecemos muito bem. Assim como o amor, o ciúme é tema de músicas, poesias, peças teatrais, novelas. E, se você nunca o sentiu, pode aguardar, pois é uma experiência da qual ninguém escapa. Afinal, somos humanos.
De um jeito ou de outro, todos já tivemos contato com o ciúme e temos pelo menos uma idéia a respeito de para onde ele pode nos conduzir. Há vezes em que ele é totalmente justificado. Outras, completamente infundado. Mas, independentemente da razão, faz sofrer. Sentir ciúme é uma experiência única que pode nos proporcionar da tristeza leve à depressão profunda, do sentimento de impotência ao ódio que nos faz pensar que somos poderosos e nos leva a cometer loucuras. (…)
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Mamãe sabe tudo
Está difícil aguentar a pressão de minha mãe em favor da candidatura de Dilma Rousseff. Nem o poderoso marqueteiro da ministra hoje, ex-ministra tem teses tão bem alinhavadas. Certamente a senhora minha mãe virá ao socorro de João Santana, desfiando um rosário de argumentos bem construídos de modo a não deixar dúvidas quanto à sua certeza: a escolhida de Lula para sucedê-lo é de fato a melhor opção para o país. Se essa ainda não é a minha conclusão ou a sua, já que estamos apenas no início de uma caminhada de alguns meses até as urnas, paciência. É a opção de minha mãe e pronto. Alguém ousa contrariar a própria mãe, afinal?
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Erenice também é uma mulher com Dilma
Considerada braço direito de Dilma Rousseff, a atual ministra da Casa Civil, Erenice Guerra foi tema de artigo assinado pelo jornalista Melchiades Filho hoje na Folha de São Paulo. O texto conta a trajetória de Erenice, desde a chegada de sua família a Brasília ainda na construção da nova capital.













