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Segunda, 2 de agosto de 2010

Comércio justo ganha reforço na internet

Comprar produtos sustentáveis via internet e recebê-los em casa. Essa é a proposta do portal E-solidária que está no ar desde a última sexta-feira (29). O objetivo do espaço virtual, explicam os organizadores, é facilitar o acesso dos consumidores a artigos como roupas, alimentos e artesanatos confeccionados por pequenos grupos produtivos de todas as regiões do país.

“O site já entrou no ar e os empreendedores já podem começar a inserir os seus produtos para venda. Todos gostaram muito do portal e o lançamento foi positivo. Esperamos que os produtos da economia solidária sejam vendidos o quanto antes”, afirma Alonso Nunes Coelho, coordenador do Instituto Desenvolvimento e Cidadania, entidade responsável pela iniciativa.

Alonso acrescenta que o portal informará aos internautas sobre a origem dos produtos. “O portal vai valorizar a venda e a produção de produtos sustentáveis. Também vai informar as pessoas sobre as etapas de produção daquele determinado produto vendido. De onde ele vem, do que é feito e por quantas pessoas passou para chegar ao resultado final”.

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Sexta, 18 de junho de 2010

Conferência discute rumos da economia solidária

Encerra hoje (18), em Brasília, a II Conferência Nacional de Economia Solidária. A edição do evento traz este ano palestras e exposição de produtos das cooperativas e associações de economia solidária, além de debates sobre os rumos do setor no país.

“Estou muito orgulhoso e feliz por participar desta conferência. Esta Conferência é continuação da conferência realizada em 2006. Hoje temos 22 ministérios fazendo apoio à Economia Solidária. O que vamos fazer nesses três dias é nos debruçarmos na questão de crédito, acesso ao mercado, ao conhecimento, à tecnologia. Temos que transformar nossos direitos em realidade. Transformar o Brasil naquilo que todos sonhamos: um país decente e justo”, ressaltou o secretário nacional de economia solidária, Paul Singer, durante o evento. Ouça a reportagem.

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Domingo, 16 de maio de 2010

A gente troca este post por um comentário

Sabe aquele livro empoeirado que descansa há meses na sua estante? Lembra daquele lenço que você não usa desde o ano passado? E aquele quadro que você ganhou de presente mas não combina com sua casa de jeito nenhum? Em vez de acumular bugigangas, que tal juntar seus objetos ociosos e levá-los para um clube de troca?

Por todo o país existem diversos grupos de pessoas que se reúnem para trocar mercadorias, saberes e serviços. O escambo é diversificado: tem gente que troca tênis por doce em compota, massagem por criado-mudo, mochila por toca-discos, receitas da vovó por camisetas, e assim por diante.

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Quinta, 13 de maio de 2010

Banco quilombola oferece crédito em Real e moeda própria

O adesivo fixado na parede do barco que leva passageiros de São Luís (MA) ao município de Alcântara avisa: “Aceitamos Guará”. O anúncio provoca curiosidade. Interessado, um dos turistas a bordo pergunta: “Moço, o que é Guará?” Ao que o tripulante responde, orgulhoso: “É a nossa moeda, nosso próprio dinheiro”, apontando para um outro anúncio pendurado mais adiante.

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Quinta, 13 de maio de 2010

Catálogo na internet facilita consumo sustentável

Está mais fácil adquirir artigos ambientalmente sustentáveis e socialmente justos. O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) desenvolveu uma ferramenta na internet que reúne mais de três mil produtos e serviços oferecidos por grupos autogestionários de todo o Brasil. É o Farejador da Economia Solidária, acessível no endereço www.fbes.org.br/farejador.

Com ele você pode encontrar produtos e serviços da Economia Solidária em qualquer cidade do país: são alimentos da agricultura familiar, biojoias, artesanatos, roupas, acessórios, consultorias e cursos profissionalizantes, entre outros. Além disso, é possível gerar de forma simples um catálogo em formato de páginas amarelas a partir do resultado da pesquisa, que pode ser transformado em PDF e distribuído via e-mail para seus amigos e amigas ou impresso para distribuição em seu bairro, cidade, escola ou trabalho. (…)

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Terça, 4 de maio de 2010

Pelas tramas do algodão agroecológico

Mais de 700 homens e mulheres das cinco regiões do país costuram juntos um cenário que combina geração de renda e sustentabilidade. São  agricultores, coletores de sementes, fiadoras, tecedores e costureiras que integram a Cadeia Ecológica do Algodão Solidário Justa Trama. Desde o plantio até a confeccção de roupas, a rede de trabalhadores, organizada em cooperativas, cobre todos os elos da indústria têxtil.

A presidente da Justa Trama, Nelsa Fafian, conta que a ideia de lançar a marca surgiu em 2005 para atender uma encomenda de 60 mil bolsas para o Fórum Social Mundial. “Percebemos que era possível confeccionar roupas e realizar uma distribuição de renda adequada para agricultores e trabalhadores,” conta. “Procuramos preservar a natureza e incentivar a economia solidária.”

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Quinta, 22 de abril de 2010

Banco ‘verde’ investe no desenvolvimento sustentável de bairro capixaba

Aliar crescimento econômico e sustentabilidade é a ideia central do Banco Popular criado pela comunidade da região Bacia do Aribiri, em Vila Velha (ES). Com o diferencial de ser voltada para o cuidado com o meio ambiente, a instituição opera com uma moeda alternativa denominada Verde. A aquisição da cédula “verde” é feita mediante a troca de materiais recicláveis no posto de coleta instalado na sede do Banco, no bairro Ataíde, onde também funciona um supermercado solidário.

A dinâmica funciona da seguinte maneira: o morador separa seu lixo, leva até o banco, troca pela moeda social e depois pode utilizá-la para fazer compras no mercado. São aceitos plásticos, papeis, óleo de cozinha, metais e vidro e o custo da cesta básica sai 10% mais barato que o preço de mercado. “O mais importante do banco é garantir que ele financie a economia local e a moeda é o que torna esse processo tangível”, pontua Cristina Cristina Pupim, da ONG Movive, parceira da iniciativa. (…)

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Terça, 20 de abril de 2010

Banco popular oferece crédito facilitado para mulheres

Investir no próprio negócio está mais fácil para as mulheres de Campinas (SP). O município abriga desde 2006 um banco especial, que empresta dinheiro com prioridade para a população feminina. A iniciativa resulta de uma parceria entre organizações civis e a prefeitura, e já destinou mais de R$ 2 milhões a 1.095 novas empreendedoras.

Os juros, abaixo dos praticados pelo mercado, variam de 1% a 2,8% ao mês. “A mulher, via de regra, é o principal elemento de sustentação das famílias de baixa renda. Colocar renda extra na mão delas não só proporciona autonomia, como é a forma mais eficiente de beneficiar a família inteira”, ressalta o gerente Operacional do Banco Popular da Mulher (BPM), José Carlos Edwiges.

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