Quando elas apitam a partida
Há muito tempo o mundo do futebol deixou de ser um reduto masculino. Cada vez mais mulheres estão conquistando espaço entre as quatro linhas, seja como torcedoras, jogadoras e até mesmo como árbitras. Somente no estado de São Paulo cerca de 50 mulheres hoje apitam jogos oficiais. Uma dessas árbitras é Regina Miki e é com a história dela que publicamos hoje o quadro semanal “Lugar de Mulher“. Confira!
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Tá vendo aquele edifício, moço? Ela também trabalhou lá
Elas passaram muito tempo escutando gracinhas quando passavam em frente a um canteiro de obras. Agora resolveram entrar neste ambiente que, tradicionalmente, sempre foi reservado ao homem. E hoje a presença feminina no setor da construção civil torna-se cada vez mais comum. De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o número de mulheres atuando na área aumentou 65% na última década.
A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostra que, em 2000, havia pouco mais de 83 mil mulheres na construção. Em 2008, esse número aumentou para 138 mil. E, só no primeiro bimestre deste ano, 5.258 delas conseguiram um emprego no setor.
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Motocicleta: substantivo feminino
O asfalto deixou de ser coisa só para homens. Fazer entregas com rapidez e segurança também é trabalho para elas. Tatiane é uma demonstração dessa mudança. Ela deixou de ser caixa de supermercado para ganhar as ruas em cima de uma moto. Ana Lúcia já foi auxiliar de cozinha, doméstica e hoje faz o que realmente gosta. Para marcar espaço no universo masculino, pintou a moto de rosa. As duas são personagens do quadro Lugar de Mulher nesta semana. Assista ao vídeo!
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Um mergulho no universo de quem salva vidas
Salvar vidas exige dedicação e qualificação profissional. A bombeira mergulhadora Pollyana Rabelo é a única mulher do grupo de salvamento aquático do Distrito Federal e trabalha resgatando afogados e vítimas fatais. “Eu me sinto abençoada por trabalhar nessa atividade, eu conquistei espaço dentro da corporação e respeito muito os meus colegas”, ressalta Polyanna – a nossa personagem da vez no quadro Lugar de Mulher. Assista ao vídeo!
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Pistão? Ventuinha? Alternador? Para ela não tem mistério
Se hoje é incomum encontrar uma mulher que entenda de mecânica, imagine há 23 anos! Pois esse é o tempo que Vânia Barros está na profissão. Do calendário de mulher nua fixado na parede para o comando de uma oficina mecânica, Vânia é prova de as mulheres conquistam cada vez mais espaços antes considerados masculinos.
Ela é a nossa personagem do quadro Lugar de mulher desta semana. “Tive que impor respeito e além de tudo a gente tinha que mostrar que era profissional, que era melhor do que os outros que trabalhavam. Então eu tive que estudar muito para isso”. Hoje, a mecânica é também proprietária de uma oficina em Brasília (DF). “A mulher tem uma capacidade infinita, ela só não faz o que não quer”. Assista ao vídeo!
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Nocaute cor-de-rosa
Quando o assunto é técnica e habilidade em kickboxing a professora e economista Fernanda Caiado, 35 anos, dá show! Reconhecida na modalidade pelos seus títulos e admirada por sua determinação, Fernanda é a nossa personagem do quadro Lugar de mulher desta semana.
A história da Fernanda é diferente de muitos atletas que começaram no esporte durante a infância ou adolescência. Nessa época, ela praticava balé. Difícil de imaginar, mas o fato é que essa mulher tornou-se uma das principais atletas brasileiras do kickboxing - modalidade do boxe com chutes. (…)
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Biodiesel, cerveja e determinação: que química é essa?
Curiosidade e determinação são palavras-chave na vida da professora universitária Grace Ferreira Ghesti, nossa personagem do quadro Lugar de Mulher desta semana. Apaixonada por química, a jovem de apenas 26 anos já concluiu doutorado na área e contabiliza sucessos profissionais.
Movida pelo intuito do conhecimento, a jovem pesquisadora descobriu um novo catalisador que tornará o biodiesel mais rentável para a indústria e o meio ambiente. O experimento está sendo patenteado e, enquanto isso, Grace coordena três linhas de pesquisa na Universidade de Brasília. (…)
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Damas ao volante
O toque feminino está espalhado pelo carro: no chaveiro, no batom deixado no painel e no cartão de apresentação cor de rosa. Entre uma corrida e outra, retoque na maquiagem e reforço no protetor solar. Vaidades de mulheres que atuam em uma profissão na qual a maioria dos colegas é homem. Confira a história de três mulheres taxistas em Brasília. Assista ao vídeo!
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Mulher tropa de elite, osso duro de roer
Quem vê essa manauara à paisana ao lado da ginasta Daiane dos Santos na foto não imagina a sua profissão. Soldada da Polícia Militar do Amazonas e membro da Força Nacional de Segurança, Socorro Vasconcelos é a nossa personagem da semana para o quadro Lugar de Mulher. “Minha profissão envolve tudo que você tem medo. Trabalho com assaltos, rebeliões e sequestro. Depois, saio tranquila e vou ao cinema.”
Socorro sempre achou que levava jeito para as forças militares. “Minha palavra de ordem é adrenalina. Além disso, sempre fui certinha, organizada e gostava de disciplina”. Aos 20 anos, ela resolveu colocar essa aptidão em prática. Fez o concurso para a Polícia Militar e, disputando vaga com mais 300 mulheres, conseguiu passar em segundo lugar. Na sua turma, mais 30 bravas guerreiras. “Naquela época as mulheres eram menos de 10% do contingente.” (…)













