Mais oportunidade, menos violência
A arte como forma de prevenir a violênvia e apontar novos rumos para a juventude. É com essa perspectiva que funciona o projeto Picasso não Pichava, desenvolvido com crianças e adolescentes que vivem em cidades do Distrito Federal e entorno. “A rua abraça e o abraço da rua é forte. Por isso, a gente abraça esta criança antes e tenta fazer com que a família abrace também”, ressalta o coordenador do projeto, Olivan Soares. Assista ao vídeo!
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De olho em 2014, Brasil prepara plano de segurança para a Copa
Um acontecimento grandioso como a Copa do Mundo chama atenção de todos. Uma das questões que mais preocupam os organizadores do evento é a segurança dos atletas e do público. Para sediar os jogos de 2014, o Brasil prepara um forte esquema de segurança, que engloba as polícias federais e estaduais, as guardas municipais e as forças armadas.
“O objetivo é criar uma doutrina e uma prática nacional não só para jogos de futebol, mas para eventos esportivos como um todo”, afirma o secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri. “O futebol pode ser um fator de transformação positiva no país”, completa.
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Tia Percília: um exemplo de vida no Morro da Babilônia
Foi uma honra conhecer essa mulher que vou apresentar para vocês agora: a Tia Percília. Dona de uma escola que serve como reforço e oferece lazer e alimentação para praticamente todas as crianças da comunidade, Percília da Silva Pereira é moradora do Morro da Babilônia, no Leme, há 62 anos. Oficialmente, ela tem seis filhos, 29 netos, 19 bisnetos e três tataranetos. Mas se levarmos em conta todas as crianças que chamam Percília de avó, o número de netos é incalculável.
Atualmente, a Escolinha Tia Percília atende a 175 crianças dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira. A escolinha funciona da seguinte maneira: quem estuda de manhã, vai para lá de tarde; os alunos que estudam de tarde vão para a escolinha de manhã. No prédio de três andares eles fazem aula de ballet, capoeira, violão, xadrez, dança, canto e informática. No intervalo ainda tem uma refeição: café da manhã, almoço ou jantar.
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Governo federal quer a polícia cada vez mais perto do cidadão
Um dos objetivos do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci) é aproximar a polícia da população. O policiamento comunitário permite que os policiais façam a ronda sempre na mesma região para ficarem conhecidos dos moradores.
O foco deste modelo de segurança é a prevenção e a iniciativa vem dando certo em vários locais do país. “O policial tem que saber pensar. O policial não é um mero mandalete, cumpridor de ordens. O policial é um operador de transformação social, um ente pedagógico em contato direto com a população”, ressalta o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri. Assista ao vídeo!
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Dilma diz como se pode combater a violência
Na entrevista de hoje do Fala Dilma, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, fala sobre as experiências bem sucedidas para reduzir a criminalidade em áreas de maior risco. “Por exemplo, no Rio de Janeiro, o Complexo do Alemão, Manguinhos, Pavão-Pavãozinho, Rocinha. O Estado brasileiro simplesmente voltou as costas e abandonou essas populações. Lá nós voltamos a investir fazendo escolas, unidades de saúde, centros de cultura e lazer.” Escute a entrevista no Dilna na web!
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Governo e população trabalham juntos para reduzir violência
Uma parceria entre o governo federal e a população tem conseguido reduzir a violência em áreas com índices elevados de criminalidade. Os moradores de Itapõa, no Distrito Federal, tem vivenciado essa mudança a cada dia. Desde 2008 a cidade foi deflagrada como um Território de Paz – uma das ações do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci).
“O Território de Paz leva o Estado aonde ele ainda não chegou. Ele faz o esforço de jogar luz zona opaca. Isso na prática se dá com a chegada simultânea de 13, 14, 15 projetos que visam alterar aquela realidade”, resume Ronaldo Teixeira, secretário-executivo do Pronasci.
A maioria dos beneficiários da iniciativa é formada por jovens e são eles os principais agentes da transformação. “Antigamente morria 3,4,5 por semana. Hoje o nível baixou tanto que a gente só vê isso em outras cidades. O Protejo, além de ensinar a gente a ter auto-estima, ele ensina a gente a trabalhar também e a trabalhar em grupo”, ressalta o estagiário Charles de Jesus. Assista ao vídeo!
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Dilma propõe soma de esforços para combater o crack
Dilma Rousseff está empenhada na luta contra o crack. Na avaliação da pré-candidata à Presidência, unir esforços é o melhor caminho para vencer a droga. “O crack é uma crime contra as pessoas, contra a juventude e contra o Brasil. Vamos enfrentar essa ameaça com autoridade, carinho e apoio. Apoio para impedir que mais jovens caiam nessa armadilha fatal. Carinho, para cuidar dos que precisam se libertar do vício. E autoridade para combater e derrotar os traficantes. Nós, brasileiros e brasileiras, vamos vencer essa luta. E nós mães vamos estar na linha de frente”. Assista ao vídeo!
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Maria Marias: nova vida para quem busca uma segunda chance
Mais de 22 mil mulheres cumprem pena nas penitenciárias brasileiras. A maioria tem baixa escolaridade, mais de um filho, o companheiro também está preso, ou chefia a família sozinha. Jovens, as detentas brasileiras têm idade média que varia dos 20 aos 35 anos. Grande parte delas está presa pelo envolvimento com o tráfico de drogas.
Apontar perspectivas para o futuro pode ser uma alternativa eficaz na superação do passado contraventor. Uma parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) o Sistema “S” (Sesc, Senac, Sesi e Senai) tem conquistado avanços nesse sentido. Criado em 2008, o Projeto Maria Marias começou pelo presídio feminino de Catanduvas, no Espírito Santo, onde mais de 500 detentas já passaram por cursos de capacitação profissional.
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Polícia Rodoviária do Pará resgata jovens da exploração sexual
O paraense Isnard Ferreira teve uma infância difícil. Enfrentou a dura realidade de ser morador de rua, viu de tudo que uma criança não deve ver e, quando a falta de oções parecia implacável, Isnard reagiu. O jovem encontrou na educação o instrumento para abrir novas possibilidades. Obstinado, conclui a escola, ingressou na universidade e entrou para a Polícia Rodoviária Federal.
Já na corporação, Isnard resolveu ajudar pessoas que não tiveram a mesma oportunidade que ele. E foi assim que nasceu o Projeto Patrulha Cidadã, da 19ª Superintendência da PRF do Pará. “Alguém tem que arregaçar as mangas e ir onde ninguém quer ir, onde realmente acontecem os crimes e abusos à dignidade. Lá, onde não existe gabinete com ar-condicionado nem cafezinho”, argumenta. Saiba como funciona o Projeto.
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Sonho de vida bem-sucedida vira pesadelo nas mãos do tráfico de mulheres
Navegando na internet, Ana Santos se deparou com o emprego da sua vida. Sonhando há anos em conhecer a Europa, encontrou uma agência de emprego que prometia ótimo salário para ser babá em Portugal. A empresa também oferecia passagem, hospedagem e direitos trabalhistas. Interessada, Ana entrou em contato para obter mais informações.
Muito simpática, a moça do outro lado da linha garantiu, ainda, um dinheiro adiantado para ajudar nas despesas da mudança de Ana. Mas o que parecia a oportunidade dos sonhos virou um pesadelo. Quando chegou ao destino, Ana descobriu que o emprego, na verdade, era em uma casa de prostituição. Ameaçada e sem passaporte, acabou sendo mais uma vítima do tráfico de mulheres.
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Governo Lula fortaleceu segurança pública, ressalta Dilma
A criação de um ministério para tratar exclusivamente de segurança pública foi descartada nesta terça-feira (27) pela pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Embora considere a área prioritária, na avaliação de Dilma, ficar criando “ministério atrás de ministério” não garante as melhorias necessárias ao setor. “Concordo que é importantíssimo e será uma das minhas prioridades esse foco na segurança pública. Acho que o Ministério da Justiça tem desempenhado essa função com muito empenho, inclusive multiplicando o investimento de recursos na segurança pública”, disse, em entrevista coletiva no Senado.
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Dilma defende autoridade, carinho e apoio no combate ao crack
Combinar prevenção, tratamento de usuários e repressão ao tráfico é o caminho mais eficaz para combater o crack. A avaliação é da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff. “Nossa proposta para combater essa praga conjuga autoridade, carinho e apoio”, sintetizou Dilma na manhã desta sexta-feira (23), em entrevista para a rádio JM, de Uberaba-MG. “As mães e as mulheres têm papel fundamental na questão”, ressaltou. Escute o trecho!
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Mulher tropa de elite, osso duro de roer
Quem vê essa manauara à paisana ao lado da ginasta Daiane dos Santos na foto não imagina a sua profissão. Soldada da Polícia Militar do Amazonas e membro da Força Nacional de Segurança, Socorro Vasconcelos é a nossa personagem da semana para o quadro Lugar de Mulher. “Minha profissão envolve tudo que você tem medo. Trabalho com assaltos, rebeliões e sequestro. Depois, saio tranquila e vou ao cinema.”
Socorro sempre achou que levava jeito para as forças militares. “Minha palavra de ordem é adrenalina. Além disso, sempre fui certinha, organizada e gostava de disciplina”. Aos 20 anos, ela resolveu colocar essa aptidão em prática. Fez o concurso para a Polícia Militar e, disputando vaga com mais 300 mulheres, conseguiu passar em segundo lugar. Na sua turma, mais 30 bravas guerreiras. “Naquela época as mulheres eram menos de 10% do contingente.” (…)
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Polícia Federal prende quadrilha que traficava mulheres
Um grande esquema de tráfico de mulheres foi desmontado ontem (15) pela Polícia Federal. Cinco pessoas, inclusive mãe e filho, acabaram detidas durante a Operação Ateneia no interior de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo – onde o bando mantinha casas de prostituição.
As vítimas, todas vindas de condições de extrema pobreza e a maioria adolescente, eram aliciadas nas portas de escolas ou em praças públicas. Para algumas, a quadrilha oferecia emprego formal, para outras já era proposta a prostituição. “Para a Lei não interesse se há ou não consentimento da vítima”, explica o delegado da Polícia Federal, Gustavo Almeida Bubolz. (…)













