Um acordo para salvar o cerrado
O Ministério do Meio Ambiente, governos de Tocantins e Goiás, e Banco Mundial vão destinar R$ 75 milhões para aumentar as unidades de conservação do cerrado, que abriga um terço da biodiversidade do Brasil. Do Movimento Cerrado Vivo, Paulo Fiuza resume: o cerrado é rota de aves e animais. E as nascentes de água alimentam outros biomas. OUÇA AQUI A REPORTAGEM!
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Cresce liderança do Brasil na produção de energia limpa
Com o desenvolvimento do País, uma das preocupações do governo é com a produção de energia limpa. Um desses modelos, em que o Brasil é um dos líderes mundiais, são os parques eólicos, que produzem energia proveniente dos ventos. A produção de energia dos ventos requer maiores investimentos, como explica o empresário Telmo Magadan, presidente da Ventos do Sul Energia, administradora dos parques eólicos de Osório (RS). Clique aqui para escutar os programas de rádio!
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Catálogo na internet facilita consumo sustentável
Está mais fácil adquirir artigos ambientalmente sustentáveis e socialmente justos. O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) desenvolveu uma ferramenta na internet que reúne mais de três mil produtos e serviços oferecidos por grupos autogestionários de todo o Brasil. É o Farejador da Economia Solidária, acessível no endereço www.fbes.org.br/farejador.
Com ele você pode encontrar produtos e serviços da Economia Solidária em qualquer cidade do país: são alimentos da agricultura familiar, biojoias, artesanatos, roupas, acessórios, consultorias e cursos profissionalizantes, entre outros. Além disso, é possível gerar de forma simples um catálogo em formato de páginas amarelas a partir do resultado da pesquisa, que pode ser transformado em PDF e distribuído via e-mail para seus amigos e amigas ou impresso para distribuição em seu bairro, cidade, escola ou trabalho. (…)
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Governo incentiva plantio de dendê para produção de biodiesel
Sob chuva fina e calor de 40 graus, o presidente Lula lançou ontem em Tomé Açú, no Pará, o Programa Nacional de Estímulo à Produção de Óleo de Palma que inclui a abertura de linhas de crédito para o cultivo da palma na Amazônia. Ao mesmo tempo, Lula entregou títulos provisórios de terra e licenças ambientais para 3.700 agricultores familiares da região.
O novo programa federal pretende tornar o Brasil o maior produtor mundial de dendê garantindo o suprimento de combustível renovável. A área de produção de palma será aumentada para 130.000 hectares, até 2014, em 44 municípios das regiões Norte e Nordeste. Novecentos parceiros na agricultura familiar e 300 médios e grandes produtores participarão imediatamente do programa.
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Pelas tramas do algodão agroecológico
Mais de 700 homens e mulheres das cinco regiões do país costuram juntos um cenário que combina geração de renda e sustentabilidade. São agricultores, coletores de sementes, fiadoras, tecedores e costureiras que integram a Cadeia Ecológica do Algodão Solidário Justa Trama. Desde o plantio até a confeccção de roupas, a rede de trabalhadores, organizada em cooperativas, cobre todos os elos da indústria têxtil.
A presidente da Justa Trama, Nelsa Fafian, conta que a ideia de lançar a marca surgiu em 2005 para atender uma encomenda de 60 mil bolsas para o Fórum Social Mundial. “Percebemos que era possível confeccionar roupas e realizar uma distribuição de renda adequada para agricultores e trabalhadores,” conta. “Procuramos preservar a natureza e incentivar a economia solidária.”
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Desmatamento na Amazônia cai 42% e é o menor em 22 anos
A área da Amazônia Legal devastada entre agosto de 2008 e julho de 2009 foi de 7.464km² – 42% menor do que a desmatada no mesmo período de 2007-2008, segundo levantamento divulgado ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). É a maior redução registrada desde 1988 no índice de desmatamento.
Setenta porcento da devastação florestal da Amazônia Legal, no período 2008-2009, ocorreu no Mato Grosso e, sobretudo, no Pará, que concentrou 57% do desmatamento registrado.
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Toque feminino impulsiona turismo sustentável na Ilha de Marajó
A hospitalidade, a comida saborosa e a exuberância amazônica ficam na memória de quem visita a Ilha do Marajó (PA). Ainda mais se o turista conhecer o lugar pelas mãos da Associação das Mulheres do Pesqueiro, que reúne artesãs, cozinheiras e anfitriãs do projeto “Viagem Encontrando Marajó” (VEM). Sem hotéis na vila, os visitantes ficam hospedados nas casas de moradores.
O Projeto visa proporcionar convivência e intercâmbio cultural com a população local e é apoiado pelo governo federal. “A iniciativa impulsiona o turismo sustentável baseado na autogestão, no cooperativismo, na valorização da cultura regional e no protagonismo das comunidades locais”, explica Kátia Silva, uma das responsáveis pela área no Ministério do Turismo. Assista ao vídeo!
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Banco ‘verde’ investe no desenvolvimento sustentável de bairro capixaba
Aliar crescimento econômico e sustentabilidade é a ideia central do Banco Popular criado pela comunidade da região Bacia do Aribiri, em Vila Velha (ES). Com o diferencial de ser voltada para o cuidado com o meio ambiente, a instituição opera com uma moeda alternativa denominada Verde. A aquisição da cédula “verde” é feita mediante a troca de materiais recicláveis no posto de coleta instalado na sede do Banco, no bairro Ataíde, onde também funciona um supermercado solidário.
A dinâmica funciona da seguinte maneira: o morador separa seu lixo, leva até o banco, troca pela moeda social e depois pode utilizá-la para fazer compras no mercado. São aceitos plásticos, papeis, óleo de cozinha, metais e vidro e o custo da cesta básica sai 10% mais barato que o preço de mercado. “O mais importante do banco é garantir que ele financie a economia local e a moeda é o que torna esse processo tangível”, pontua Cristina Cristina Pupim, da ONG Movive, parceira da iniciativa. (…)
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Cidades criativas apontam novos rumos para o desenvolvimento
Estudos recentes mostram que mais de 50% da população mundial vive nas grandes metrópoles. Associado ao novo modelo de organização social do trabalho, inaugurado pela globalização, esse inchaço urbano criou imensos desafios para a humanidade. O crescimento desordenado, a elevação dos níveis de poluição e a proliferação da pobreza são exemplos desses obstáculos. Superá-los é a proposta de um conjunto de ações sintetizado no conceito de “cidades criativas”.
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No dia do Planeta, vamos repensar nosso consumo?
O lixo é um dos principais vilões do meio ambiente. O Brasil produz 140 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia (IBGE, 2008). Grande parte desse montante resulta do consumo domiciliar – ou seja, sai diretamente das nossas casas direto para os lixões e aterros sanitários. Mas você já parou para pensar na quantidade de lixo que poderia ser evitada se a gente prestasse mais atenção na hora de encher o carrinho do supermercado?
Foi justamente para incentivar essa reflexão que o Ministério do Meio Ambiente criou uma campanha de estímulo ao consumo consciente de embalagens. A iniciativa sugere que os brasileiros adotem hábitos de consumo mais sustentáveis e evitem adquirir produtos superembalados. Uma medida simples é dar preferência a alimentos frescos. Outro exemplo é evitar exageros do tipo ‘caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão’. (…)
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Apague a luz por um mundo melhor
Nós, Mulheres com Dilma, estamos na luta contra o aquecimento global e apoiamos a Hora do Planeta. Saiba como fazer parte desse movimento (…)













